segunda-feira, 25 de outubro de 2010

MELODIAS

Melodias misturadas pelo tempo são canções perdidas que ecoam a todo instante. Palavras não podem ficar presas, parágrafos não devem deixar de ser escritos, sentimentos não podem tornaram-se vagos. Mudam as estações e o cenário já é outro. A cada amanhecer, uma nova estrofe! A cada entardecer, um novo capítulo. Mas se você perguntasse ao escritor o que lhe inspira tanto escrever, provavelmente ele responderia: “existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis”.



“Ser livre é viver como se quer, poder escolher aquilo que é possível e até desejar o impossível...”


sexta-feira, 22 de outubro de 2010

ARRISCAR É VIVER

 
A vida é um risco e de riscos. Água parada cria bichos e não me emociona muito. Prefiro movimento, mudança, transformação, adrenalina. Acho que a vida tem mais emoção quando a maré mostra sua força. Assim a paisagem muda e nossos pensamentos também. O mar leva e eleva. Adoro mergulhar fundo no que acredito. Encho o peito e vou! Arrisco chegar fundo em tudo. Sou assim! Pela metade, não obrigada. Por inteiro,  seja bem-vindo! Isso vale para tudo na vida. Trabalhos meia boca, nem pensar. Amigos que não sabem dar o ombro, melhor não tê-los. Amores não correspondidos, não valem a pena! Amar a si mesmo é acreditar e perceber o quanto somos poderosos. E o melhor de tudo é quando temos trabalhos legais, amigos parceiros e amores presentes no nosso dia-a-dia.

Eu adoro ser louca e arriscar!

Recebi este texto e resolvi postar aqui.

Rir é arriscar-se a parecer louco.
Chorar é arriscar-se a parecer sentimental.

Estender a mão para o outro é arriscar-se a se envolver.

Expor seus sentimentos é arriscar-se a expor seu eu verdadeiro.

Amar é arriscar-se a não ser amado.

Expor suas idéias e sonhos ao público é arriscar-se a perder.

Viver é arriscar-se a morrer.

Ter esperança é arriscar-se a sofrer decepção.

Tentar é arriscar-se a falhar.

Mas… é preciso correr riscos.

Porque o maior azar da vida é não arriscar nada…

Pessoas que não arriscam, que nada fazem, nada são.

Podem estar evitando o sofrimento e a tristeza.

Mas assim não podem aprender, sentir, crescer, mudar, amar, viver…

Acorrentadas às suas atitudes, são escravas;

Abrem mão de sua liberdade.

Só a pessoa que se arrisca é livre…

“Arriscar-se é perder o pé por algum tempo

Não se arriscar é perder a vida…”

Pobre de espirito aquele que não se aventurar!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

NOITE DE GLAMOUR

No dia 28 de outubro ( quinta-feira ), às 19h30, acontece a nossa 14ª Confraria das Lulu´s no Espaço de Eventos Quero Mais (Rua Botafogo 712).

Nessa edição teremos um bate-papo com o estilista gaúcho Vol Fioravantte e a cerimonialista Graça Kurylo. Eles vão dar dicas e contar algumas curiosidades sobre o tema "festa".

Teremos também um desfile glamouroso com a coleção festa e noivas do Vol. A produção e o make-up serão da Estética Mirage Intercoiffure do Menino Deus.

A médica estética Telma Giordani vai falar sobre botox e preenchimento, além de dar dicas especiais sobre os cuidados com a pele.

Gabriela Etchart promete embalar as Lulu's com um set bem refinado. Ela será a primeira DJ mulher a tocar na Confraria.

A Quero Mais vai preparar delícias para deixar o nosso evento ainda mais saboroso.




Os convites antecipados estão disponíveis na Confeitaria Quero Mais no valor de R$ 35,00. Você também pode comprar comigo, a Lela ou a Chica. Nomes na lista podem ser enviados por e-mail (zingalli@hotmail.com) até o dia 26 de outubro e o valor será de R$ 40,00.

Estamos esperando vocês com muito glamour.

HORÁRIO DE VERÃO

ADORO SER ILUDIDA QUE TENHO MAIS
60 MINUTOS DEPOIS DO PÔR-DO-SOL

O horário de verão gera muitas controvérsias. Uns gostam, outros odeiam. Eu estou no grupo daquelas pessoas que amam esta horinha a mais no relógio. Claro que é tudo pura ilusão. Mas parar de trabalhar e ir para a academia ainda com sol me dá uma sensação de liberdade, vida, energia. Posso até dormir menos porque realmente o sono não entra no horário de verão, mas quer saber? Eu me sinto ótima sabendo que às sete da noite ainda é dia e que eu posso fazer um monte de coisas. Delírio? Até pode ser! Mas e daí. O meu corpo adora e a minha alma também. Enfim, vejo tudo pelo lado bom. E o adiantar meu relógio em uma hora faz a vida ter menos rotina também. E isso pra mim é o que vale. Aproveitem o sol e mergulhem no infinito! A vida é tudo de bom, ainda mais quando sabemos aproveitar às 24 horas do nosso dia!
DIVIRTAM-SE!

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

MODA ALTERNATIVA COM ESTILO

Pretérito Mais-que-Perfeito

A moda de Brechó é cerzida com habilidosas inspirações, que sobrevivem a tudo graças ao seu poder de transformação. Onde a relação dos novos desafios de mercado condiz com a modificação dos comportamentos e métodos de geração de renda, tendo no brechó um meio de reativar recursos inutilizados e recolocar em circulação, tornando-os novamente úteis.

Ao entrar em um brechó a mulher ganha o posto de criadora, em que a imaginação não tem limites e a mente viaja cada vez mais longe nos desafios da vanguarda, difundindo as fronteiras entre moda e estilo. Os brechós desafiam o bom gosto tradicional, redescobrindo maneiras de mostrar que comprar roupa não é subterfúgio e escapismo, mas sobretudo desejo e imaginação, cuja contribuição vai muito além do glamour.

Fashionistas de plantão vamos fazer um tour com Raíza Zingalli por alguns endereços para comprinhas in the world:


Segundo a ELLE é o maior templo de consumo de Williamsburg. Localizado em um galpão com 4 mil m², é tentação fashion para o dia inteiro. Sendo possível encontrar Shoes de Marcs Jacobs, Manolo Blahnik e Chanel pela bagatela de 25 dólares! Além da variedade de peças de estilistas famosos estampando os cabides desse santuário modernista, como Miu Miu, Gucci, Moschino, Calvin Klein e YSL.

O site do Beacon’s Closet vende online http://www.beaconscloset.com/


Gerard Maione e Seth Weisser são os fundadores do Brechó Whats Goes Around Comes Around (WGACA), há 17 anos reunindo em mais de 10.000 m² peças vintage em constante rotação entre a cidade de Nova York e lojas de Los Angeles. Você pode encontrar acervos de 1800, 1920 e a década preferida da dupla 1960.

O Brechó é composto por peças femininas, masculinas, infantis, acessórios e adereços. Os preços são estabelecidos de acordo com a conservação da peça, mas por sua localização ser privilegiada e por ser considerado um dos melhores brechós de NYC vá com o bolso recheado. Eles também possuem sua marca própria baseada nos estilos boho chic e bohemian girl.



O Second Time Around é o verdadeiro olimpo da moda de brechó, desde a abertura da primeira loja em 1973, o império cresceu para 23 lojas espalhadas pelos principais distritos do país das compras. Uma equipe dedicada aos padrões mais exigentes torna possível o processo de popularidade entre as frequentadoras mais chiques e antenadas do soho.

O brechó trabalha com peças consignadas e presta contas on-line para seus fornecedores, que podem acompanhar as vendas – e ganhar o dinheiro – em tempo real. As peças da Second Time Around são criteriosamente selecionadas e em sua maioria de estilistas famosos.


The Clothing Warehouse é uma rede de lojas espalhadas pelos EUA e abastece alguns brechós da região, está no mercado há mais de 18 anos e oferece serviço personalizado, onde as vendedoras costumam acompanhar os clientes dando sugestões na composição dos looks que pretendem montar.

Nas lojas da The Clothing Warehouse existem salas reservadas para peças exclusivas e o atendimento é somente com hora marcada.

Brechós…

“Look like a million bucks without spending a fortune.”

Por Raíza Zingalli

Para quem gosta que a moda seja tratada com encantamento, magnetismo e
muito charme, eu indico o blog dela.
http://raizazingalli.wordpress.com/








terça-feira, 19 de outubro de 2010

LULU´S

Lulu´s, amigas, mulheres!


Reserve o dia 25 de novembro na sua agenda. Eu, a Valéria e a Valesca estamos organizando a Confraria de Final de Ano e será em um local muito especial de Porto Alegre. Estamos na maior correria para tornar este dia inesquecível. Podem esperar porque teremos muitas surpresas rolando nesta festa. Logo estarei postando aqui algumas dicas para este mega evento. Convide suas amigas e venha comemorar com a gente este momento que será mágico.


segunda-feira, 18 de outubro de 2010

VELOCIDADE MÁXIMA

Para vencer na vida não é preciso deixar de viver


Você está cansado de saber que hoje em dia não basta ter conhecimento: é preciso ser rápido. Rápido na tomada de decisões, no trato da informação, na geração de novas idéias (e na sua transformação em novos centros de receita), no desenvolvimento da própria carreira. Tornou-se imprescindível pensar rápido, agir rápido, ter um computador supersônico. No mundo dos negócios, não existe um código nacional de trânsito que limite a velocidade dos executivos. Se houvesse, recomendaria: corra. Multa, só para os lentos.

Os devagar-quase-parando não se estressam para assumir um posto de comando. Sua motivação não está em conquistar prêmios ou um bônus mais polpudo. Não fazem hora extra e, se puderem escapar de uma reunião, tanto melhor. Passam os fins de semana na praia com o celular desligado. Encontram tempo para ver os filhos e os filmes em cartaz. Profissionais de Neandertal.

Voltar à caverna, no entanto, está sendo considerado uma atitude moderna. Ao menos é o que prega há anos o sociólogo napolitano Domenico De Masi, que viaja pelo mundo dando palestras que enaltecem as virtudes do ócio criativo. De Masi acredita que trabalhar 10 horas por dia aniquila a criatividade e que todos deveriam cortar pela metade sua carga horária, aproveitando o resto do tempo para fazer qualquer coisa longe das tarefas cotidianas do escritório.

Há quem pense que essa desaceleração é zen-budista demais para quem tem metas concretas como comprar e vender ações na Bolsa de Nova York ou virar presidente de empresa antes dos 40 anos. Mas não há como negar que a inteligência e a cultura são, cada vez mais, os combustíveis que geram novos negócios e determinam a própria ascensão de um profissional. E nenhum dos fatores precisa do horário comercial para ser ativado.

O escritor português José Saramago certa vez escreveu: "Não ter pressa não é incompatível com não perder tempo". O conceito de velocidade anda cada vez mais flexível. Para alguns, ser ligeiro significa ultrapassar os ponteiros do relógio, executar um projeto a cada minuto, agendar reuniões, ler apenas livros técnicos, só fazer contatos que sejam política ou economicamente rentáveis e sentir uma culpa tremenda nos coffee breaks, como se parar fosse sinônimo de regredir.

Já para o neo-Neandertal, que prefere Saramago a Philip Kotler, e Marguerite Duras a Tom Peters, manter um ritmo comedido pode realmente fazer o trabalho render mais. São pessoas que não têm pressa de subir pelo elevador, por exemplo. Preferem subir pela escada, exercitando as pernas e a imaginação, ou jogando conversa fora com um desconhecido. O estresse envelhece antes da hora. Inclusive as idéias.

O mundo se apresenta hoje como uma auto-estrada alemã, livre de radares patrulhando a velocidade, onde quem tem mais potência e tecnologia pisa mais fundo, sem olhar para os lados. Você há de concordar que é tenso. Tirando levemente o pé do acelerador, o coração acalma e os olhos percebem melhor o que há nas laterais da pista. Pode-se trocar de música, ajeitar o retrovisor, prestar atenção no que diz o companheiro de viagem. Ou parar e provar uma fruta na beira da estrada. Faz-se tudo correndo muito menos risco de sofrer acidentes e chegando ao destino do mesmo jeito. Na moda, costuma-se dizer que "menos é mais". Não é uma frase que se aplique literalmente ao mundo dos negócios. Mas sou obrigada a concordar tanto com De Masi quanto com Saramago: a velocidade máxima permitida para vencer é aquela que não nos deixa esquecer que, além da estrada, existe um troço chamado vida, sem a qual não faz o menor sentido chegar lá.

(Adaptação de um artigo de Martha Medeiros para a revista Exame, edição de 15/12/1999)

sábado, 16 de outubro de 2010

MEU LIVRO

Sincronia certamente é bem diferente de discriminação. Ela não tem idade, cor, raça, sexo, classe social e credo. A sincronia simplesmente acontece. Estar em sintonia com algo ou alguém é fantástico. Eu posso dizer que tenho uma cumplicidade muito grande com uma criança que não tem laços familiares comigo, mas  uma sincronia muito bacana. A gente conversa como gente grande e se dá muito bem. Por ela e para todas aquelas pessoas que admiram relações sincronizadas, segue um trecho do meu livro que permanece na batedeira. Mas o que está ali, ninguém poderá apagar. Levar para a forma e depois para o forno é uma questão de tempo. Não tenho pressa. Escrever será sempre um prazer! Se tiverem vontade de ler mais é porque estou no caminho certo. Do contrário, me desejem boa sorte!

..."A névoa fazia parte daquele vilarejo cercado por montanhas que surgiam em meio à planície. O plantio de arroz em campos inundados era uma das formas de sobrevivência. Os bambuzais também tornavam a paisagem ainda mais fascinante aos seus olhos. Aquele lago com pedras ao fundo levava a um córrego coberto por árvores e muitas flores.


Sempre com uma pedrinha na mão, ela correria de um lado para o outro em meio ao jardim. Curiosa que só ela, amava ficar brincando por ali. Rodeada de flores e plantas, não se contentava em apenas olhá-las e observá-las. Com uma sensibilidade incrível nas mãos, ela mexia na terra com uma propriedade inacreditável. Cavava buracos, remexia nas pedrinhas, trocava tudo de lugar e ajeitava da sua forma.

Uma criança cheia de vida e de muitos sonhos. Adorava conversar com as plantas. Desenhava no solo os bichinhos que já conhecia. Naquela região não eram muitos, mas já faziam a sua diversão. Os olhos bem puxadinhos tinham a cor de mel e não deixavam escapar nada. Sempre atenta, a japinha era uma criança iluminada pela sua inteligência e pela maneira que via o mundo.

Toda a semana ela separava várias mudas do jardim e entregava para sua mãe guardar em potinhos e pedia para deixá-los expostos ao sol. Bétulas, bordos, cipestres, cedros e cerejeiras tornavam as encostas das montanhas ainda mais exuberantes sob o olhar meigo daquela doce menina. Ela tinha um poder nas mãos inacreditável. Bastava remexer na terra que tudo nascia forte e com cores vibrantes.

A japinha construía seu próprio mundo nos jardins de casa. É como se fosse a sua vida em miniatura, onde os personagens ganhavam ainda mais cor e brilho. Ela conseguia unir pedrinhas, água, cascalho e muito verde de forma extremamente equilibrada. As árvores e os bambus eram os responsáveis pela sombra necessária em determinado momento do dia. Mesmo sendo uma criança, ela sabia exatamente quando era preciso ser feita a poda de alguma planta.

Mas o mais incrível era a mistura de plantas e ervas que a pequena pedia para sua mãe fazer com aquelas mudas separadas em potes. Ela ia dizendo a quantidade de água e as ervas que deveriam ser colocadas a ferver, enfim todo o procedimento a ser feito. Depois dizia aos seus pais o quanto deveriam beber ou, em algumas situações, onde precisavam passar a mistura. No início, eles achavam que aquilo era uma brincadeira de criança, mas depois foram percebendo que existia algo mágico naquelas essências produzidas por ela.

O rostinho da japinha era perfeito com aquela franja lisa e negra que encantava a todos. O nariz parecia pintado à mão, tamanha a perfeição. Sua boca fazia biquinhos e trazia um sorriso que chegava a desconcertar qualquer um. A pequena japonesa por onde passava atraia olhares. Era uma graça de menina com bochechas muito fofas." ...

Patrícia Zingalli

 

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

NOSSO LAR


Desde que eu vi o filme Nosso Lar parece que tenho tomado alguns choques da vida. O drama de Wagner de Assis conta a trajetória de um médico após a sua morte. Já no cinema sai do ar por três vezes. Ao chegar em casa, literalmente capotei no sofá e como se eu estivesse dopada fui para o quarto e tive sonhos muito bacanas. O enredo te faz pensar muito em passado, presente e futuro. Tudo, de certa forma, muito interligado. E a nossa vida é assim! Pessoas vêm, vão, voltam, algumas partem e outras nascem. Se aqui na terra se despedir de alguém é difícil, em outro plano também. Nestas horas que procuramos resgatar atitudes, trabalhos, pessoas. Tratar mal qualquer indivíduo faz um mal bem maior. Por isso, ainda sou da opção que devemos estar sempre prontos para escutar. Temos medos, receios, problemas, questões mal resolvidas. Somos seres humanos e não somos perfeitos. Mas quando falo em choques é porque nesta vida tudo muda o tempo todo. Recebemos notícias boas, outras nem tanto. Mas é o ciclo que temos que viver e sentir. Pular degraus ou correr além da nossa capacidade, muitas vezes só faz a gente gastar o fôlego e a nossa energia. Tudo tem seu tempo e está escrito. Os choques servem para a gente se sentir viva. O importante é sabermos que estamos aqui para evoluir.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

LIBERDADE

A vida é tão especial que nos dá a liberdade de escolher o que é melhor para nós. Liberdade é como o vento. Tem momentos que sopra mais forte e em outros mal nos faz balançar. É como uma brisa que bate e te indica pra lado deves seguir. A liberdade é nosso estado de espírito. Se não estamos bem é porque nos sentimos presos a nossas incertezas e desilusões. Logo, parecemos sem liberdade de agir para qualquer coisa. Quando nossa alma está leve, nosso corpo parece dançar com o ritmo da música. Adoro trilhas sonoras eletrizantes que me fazem sorrir, cantar, pular e vibrar. Ter a liberdade de estar livre para viver intensamente cada segundo do dia é encantador. Deixa o vento bater, a brisa te levar, teu coração pulsar e tua energia contagiar. Liberte-se para o mundo e para as sensações de cada amanhecer. Permita-se a ser livre! Tire as correntes e seja você mesmo. Apaixone-se por algo ou alguém. Dê asas aos seus sentimentos. Voe com sua mente e viaje para um planeta onde você seja livre para realizar todos os seus sonhos. Vamos, acelere esse processo. Jamais deixe o cansaço e a rotina do dia te darem a triste sensação de que as horas precisam apenas passar. Curta seu relógio biológico e aproveite a sua experiência para livrar-se do que não lhe faz bem. Vá com o vento e descubra que a vida é livre para você ser feliz. Nem precisa pedir passagem, apenas acredite em você!